sábado, 22 de fevereiro de 2014

Reflexão sobre o exercício e o recebimento da pregação



SOBRE A PREGAÇÃO.
Esta frase é muita significativa para aqueles que exercem o ofício da pregação.
Embora essa declaração exima o pregador da responsabilidade do entendimento alheio ela põe sobre nós outra enorme responsabilidade. Nós somos totalmente responsáveis por aquilo que falamos e vamos prestar contas disso (Mt 12.37; Tg 3.1). Será que aquilo que estamos pregando é mesmo a Palavra de Deus ou se trata de um desabafo emocional? Será que é o evangelho ou apenas a utilização do privilégio do púlpito para atacar alguém com mensagens encomendadas? Eu sou plenamente responsável por aquilo que falo e com que motivação (sentimento) falo.
Porém, uma coisa é verdade, aquilo que o pregador fala com responsabilidade e sinceridade diante de Deus a seu povo deve ser entendido dessa forma.
Algumas vezes, pessoas em pecado não suportam ouvir pregações que condenam sua conduta e entendem que o pregador as está atacando, quando ele apenas está expondo a verdade do Evangelho.
O pecado leva as pessoas a um entendimento errado daquilo que é pregado porque está cegando seu senso crítico de análise da verdade para que elas não admitam seu erro e não se arrependam e mudem de vida, pois só querem ouvir o que as agrada (2Tm 4.3).
Nós que pregamos devemos sempre ter a mente e o coração livre de sentimentos carnais e do desejo de ataque ao próximo através do privilégio da Palavra. Mas também nós, que ouvimos pregações, temos que ter a mente e o coração abertos para Deus a fim de recebermos do Eterno o que Ele tem para nós sem julgar o pregador, pois se ele ou ela está pregando pela motivação errada as suas próprias palavras o (a) condenarão naquele dia.
Viva em paz o evangelho, pregue a verdade com sinceridade de coração e receba a verdade pregada com a mesma sinceridade e abertura. Afinal o juízo pertence ao Senhor.
Tenham todos uma noite abençoada.