domingo, 7 de julho de 2013

Amor, a lei de Jesus

Um dos mestres da lei aproximou-se e os ouviu discutindo. Notando que Jesus lhes dera uma boa resposta, perguntou-lhe: "De todos os mandamentos, qual é o mais importante? "
Respondeu Jesus: "O mais importante é este: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor.
Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças’.
O segundo é este: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Não existe mandamento maior do que estes".

Marcos 12.28-31

A Lei de Jesus se resume em dois mandamentos: amar a Deus acima de qualquer coisa e ao meu próximo como a mim mesmo. E esses dois mandamentos se resumem em uma palavra: AMOR.
A religiosidade se baseia no mérito, na competência, no esforço humano; o cristianismo se baseia na graça que resulta no amor.
Se o amor não for a minha motivação, então não sou cristão, sou religioso.
Para viver o cristianismo é preciso vigiarmos constantemente nosso coração. Quando repreendo um irmão faço isso por amá-lo ou para descarregar minha raiva e mostrar minha superioridade em relação a ele? Quando vou ao culto ou a um compromisso na Igreja faço isso porque amo ao meu Salvador ou por que quero mostrar aos que me cercam o quanto eu sou bom e compromissado? Quando falo de um irmão para outro, faço isso porque o amo e estou buscando uma forma de ajudá-lo ou pelo prazer de apontar os seus erros? Quando assumo um ministério na Igreja eu o aceito porque amo o meu Deus e, por isso, desejo servi-lo com o meu melhor ou por que esse ministério me trará honra, visibilidade, retorno financeiro, admiração dos outros, etc.?
A religiosidade se baseia nos méritos e, por isso, torna os homens competidores, sempre buscando mostrar para os outros ou para Deus o quanto eles são bons e merecedores.
O cristianismo baseia-se na graça que nasceu do amor de Deus (porque sabemos que não temos méritos em nós mesmos) e, por isso, torna os homens cooperadores, sempre motivados pelo amor, primeiro a Deus e depois ao próximo.
Sonde o seu coração sempre que for falar ou fazer algo, seja sobre ou para Deus ou o próximo. Se tal palavra ou ato não for motivado pelo amor, então não faça ou fale.
Que assim comigo e com todos os que amam a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmos.

Deus te abençoe.