segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A Origem da Santidade

"Milhões de crentes modernos têm a impressão de que a santidade é algo que você absorve. Você pode cercar-se de uma atmosfera santa, e alguma coisa lhe acontecerá. O Senhor se aproximará de você, e você se sentirá fortalecido e capaz de retornar à sua vida normal com um senso de vigor e poder espiritual.
Esta maneira de ver as coisas explica por que a música ocupa um lugar importante em muitos encontros e igrejas evangélicas. Às vezes, os crentes utilizam a música durante mais da metade do tempo do culto. À medida que as músicas continuam a ser tocadas, as pessoas se sentem cada vez mais comovidas e elevadas. Sentem que as coisas espirituais lhes são preciosas e que o Senhor está se encontrando com elas. Sentem que o Espírito Santo está agindo entre elas, que o mundo não é atraente e que será maravilhoso estar no céu.
Escrevo isso como um homem que aprecia bastante a música e que ama o cantar os salmos, bem como qualquer hino excelente, quer tradicional, quer moderno. Mas os fatos são fatos, e não podemos negá-los. É fato que a igreja do Novo Testamento não era particularmente musical e que o cantar juntos não ocupava grande parte da sua vida. É fato que a igreja de Jesus Cristo gastou os primeiros seiscentos anos de sua vida sem instrumentos musicais. É fato que os apóstolos de nosso Senhor e os crentes da igreja primitiva ficariam confusos pelo lugar dado à música, se participassem de um culto em nossos dias. (...)
Você cresce espiritualmente porque o Espírito Santo faz as Escrituras terem impacto sobre a sua mente.
As Escrituras são a Palavra de Deus. Isto é verdade quer você lhes esteja dando atenção, quer não."
Do livro: Pregação pura e simples.
Stuart Olyott, ed. Fiel.